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Desenvolvendo a Amizade com Deus

CASA DE ORAÇÃO MUNDIAL
“2017 – ANO DO AMOR”
Célula de Multiplicação – 05.02.2017
Tema: “Desenvolvendo a Amizade com Deus”
Texto:    João 15:15  Tiago 4:8

INTRODUÇÃO

“Jesus nos chama de amigos” (João 15:15). “Achegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.” ( Tiago 4.8).

1. ESCOLHENDO ESTAR MAIS PERTO DE DEUS

A exemplo de qualquer amizade, você deve se esforçar para desen­volver sua amizade com Deus. Isso não acontecerá por acidente. É necessário querer, ter tempo e disposição. Você está tão perto de Deus quanto escolher estar. Se você deseja ter intimidade com Deus, deve aprender a partilhar de forma honesta com ele os seus sentimentos. Ter confiança quando Ele lhe pedir para fazer algo, aprender a se importar com aquilo com que Ele se importa e desejar sua amizade mais do que qualquer outra coisa.

2. SER SINCERO PARA COM DEUS

O primeiro elemento fun­damental de uma amizade mais profunda com Deus, é ser absoluta­mente sincero a respeito de suas falhas e sentimentos.

Deus não espera que você seja perfeito, mas insiste em que você seja absoluta­mente sincero. Nenhum dos amigos de Deus que aparecem na Bíblia era perfeito. Se a perfeição fosse um requisito para a amizade com Deus, jamais poderíamos ser seus amigos. Felizmente, em virtude da graça de Deus, Jesus  é amigo dos pecadores (Mt 10.19).

Na Bíblia, os amigos de Deus foram sinceros sobre seus sentimen­tos; freqüentemente reclamando, criticando, acusando e discutindo com seu Criador. Deus, entretanto, não parecia se aborrecer com sua franqueza; na verdade, ele a incentivava.

Deus permitiu que Abraão o questionasse e desafiasse a respeito da destruição de Sodoma. Abraão importunou a Deus sobre o que seria necessário para poupar a cidade, negociando desde cinqüenta até somente dez pessoas justas.

Deus também escutou pacientemente a Davi diante das muitas acusa­ções de injustiça, traição e abandono que ele sofreu. Deus não destruiu Jeremias quando ele reclamou solução para suas angústias. Jó pôde expressar sua amargura durante a provação, e no final Deus defendeu Jó por ser sincero e repreendeu os amigos de Jó por serem falsos. Deus lhes disse: “A minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois amigos, porque não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó” (Jó 42.7-8).

3. UMA AMIZADE EDIFICADA NA TRANSPARÊNCIA

Em um estupendo exemplo de ami­zade sincera, Deus expressou, com veenência, sua absoluta repugnância pela desobediência de Israel (Ex 33.1-17). Ele disse a Moisés que manteria a promessa de dar aos israelitas a Terra Prometida, mas não daria mais nem um passo com eles no deserto! Deus estava saturado, e disse a Moisés exatamente como se sentia. Moisés, falando como um “amigo” de Deus, respondeu de forma igualmente sincera: Tu me ordenaste: “Conduza este povo”, mas não me permites saber quem enviarás comigo. Se me vês com agrado, revela-me os teus propósitos. Lembra- te de que esta nação é o teu povo. Se não fores conosco, não nos envies. Como se saberá que eu e o teu povo podemos contar com o teu favor, se não nos acompanhares? O Senhor disse a Moisés: “Farei o que me pede, porque tenho me agradado de você e o conheço pelo nome” (Ex 33.12-17).

CONCLUSÃO

O que poderia parecer audácia, Deus vê como autenticidade. Deus escuta as palavras exaltadas de seus filhos, porém Ele se aborrece com as frases feitas, religiosas e previsíveis.