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Conferência de Finanças, ensina como honrar a Deus e obter sucesso na vida financeira


“Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda; assim te encherão de fartura os teus celeiros, e transbordarão de mosto os teus lagares”.
Provérbios 3.9-10

Nos dias 30 de julho a 1 de agosto, foi realizada na Primeira Igreja Batista do Brasil (PIBB), a Conferência de Finanças. O preletor convidado foi o Pastor Luciano Subirá da Comunidade Alcance, em Curitiba (PR), que tem levado o ensino da palavra a diversas igrejas do Brasil.

A Bíblia é o guia de vida do cristão, e nela é possível achar respostas e ensinamentos para todas as coisas, inclusive palavras liberadas por Deus para abençoar uma área tão afetada atualmente nos brasileiros, a vida financeira. Durante as reuniões, o pastor Luciano Subirá ensinou princípios para alcançar a prosperidade baseando-se nos ensinamentos de Deus e sobre a promessa divina de provisão e prosperidade para seu povo.

Através de versículos bíblicos e experiências vividas ao longo de sua vida pastoral, o palestrante explicou sobre a imensa vontade de Deus de suprir seus filhos materialmente, alertando que isso não acontece de forma automática. Um dos princípios para ter sucesso na vida financeira é entender sobre a Honra.

No primeiro dia da Conferência, o pastor usou como base o texto de Malaquias 1.6-10, o pastor explicou sobre a honra ser o caminho que nos conecta devidamente a Deus, que não está interessado nas ofertas oferecidas e sim, na atitude que nos leva a entregar-lhe. A partir do momento em que conseguimos honrar ao Senhor na área que mais domina e prende o coração, estamos cumprindo o verdadeiro sentido da palavra honrar: fazer distinção e coloca-lo acima dos nossos maiores valores.

Durante as pregações, o Pastor Luciano Subirá também falou da importância de não ter o dinheiro como um Senhor em nossas vidas. A Bíblia é clara em revelar que o dinheiro é um concorrente ao senhorio de Cristo em nossa vida. “O dinheiro em si não é problema. A Palavra declara que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (I Tm.6:10). Alguém pode amar o dinheiro sem tê-lo, e alguém pode ter dinheiro sem amá-lo. O salmista declarou: “Se as vossas riquezas aumentam, não ponhais nelas o coração” (Sl. 62:10). Ninguém precisa jogar o dinheiro fora; o problema não é o crente ter dinheiro, e sim o dinheiro ter o crente!” Declarou Pastor Luciano.

Na conclusão da palavra, o preletor ensina que é preciso aprender a honrar ao Senhor com nossos bens e atitude em relação a eles, porque este é um caminho que, além de agradar a Deus, nos levará a usufruir das suas abundantes bênçãos, afinal, a oferta é parte da adoração a Deus.

No segundo dia, a palavra foi esclarecedora sobre Dizimo e redenção. O que um tem a ver com o outro? Foi exatamente isso que Pr. Luciano Subirá pregou. A palavra “redenção” significa “resgate” ou “remissão”. Ela retrata o ato de se readquirir uma propriedade perdida. Como o maior exemplo de redenção temos Jesus que, como homem se entregou e morreu para redenção das nossas vidas. Jesus veio pagar nossa dívida e nós deixamos de ser escravos. Assim, o resultado da redenção é sermos propriedade de Deus.

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (1 Pedro 2.9)

Portanto, separar-se do pecado e santificar-se para Deus é glorificá-Lo. Celebramos a redenção não só por meio de cânticos, mas também de atitudes. Quando reconhecemos que Deus comprou o nosso corpo e cuidamos dele com a consciência de que ele é de Deus, estamos cultuando ao Senhor.

Por outro lado, a bênção proveniente da fidelidade nos dízimos também precisa ser entendida. O pastor ministrou os fiéis ao ensinar que o dízimo não se trata de uma recompensa por um bom comportamento, mas sim dos princípios que estão sendo devidamente aplicados pelo cristão.

“Será que há ganhos para os que dizimam? Claro que sim! Mas eles não devem ser vistos como se Deus estivesse aumentando o nosso patrimônio, e sim como uma forma de Deus aumentar o patrimônio d’Ele, sob nossa mordomia”, alertou o pastor.

Ao final, foi relatado a relação entre dízimo e a ceia. Jesus instituiu uma ceia para que sempre recordássemos o que Ele fez por nós na Cruz. O Senhor conhece a nós, como também a nossa inclinação ao esquecimento do que Ele fez por nós. Portanto, Ele estabeleceu uma forma de nos manter conscientes do que Ele fez. Os dízimos também servem para este mesmo propósito. A sua relação com a Redenção deve nos manter conscientes de que Deus é o nosso Dono e que somos propriedade Sua. Assim como a Ceia faz parte de um culto de gratidão e anuncia uma mensagem, assim também a entrega dos dízimos celebra a Redenção e testemunha à nossa consciência que pertencemos ao Senhor.

No terceiro e último dia, o preletor trouxe uma palavra impactante sobre Expressão de Generosidade. Paulo instrui aos coríntios que sua oferta deveria ser uma expressão de generosidade e não de avareza (2 Co 9.5). Nossas ofertas falam e comunicam algo. Nossa oferta deve expressar generosidade e alegria. Por que expressar generosidade é tão importante? Porque o Senhor se revela a nós de acordo com nossa atitude. Já a falta de generosidade nos impede de vê-Lo como Provedor.

Nossa atitude determina os resultados que teremos e nossa generosidade nos leva a conhecer a generosidade de Deus. Porém não é só o dar; é a liberalidade com que o fazemos. A alma generosa é que prospera! O egoísmo/avareza nos impede de receber de Deus, mas quando fazemos pelos outros, chama a atenção de Deus. O propósito de Deus para nossa vida não é ser como uma “represa”, mas como um rio. Deus nos enriquece para a generosidade (2 Co 9.8-11).